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Era uma vez uma incólume e primitiva natureza. A presença do homem era tão pequena que ele mais parecia parte da natureza. Aos poucos se destacou dela e a fonte de sua subsistência deu lugar a uma infinidade de atividades, seja de cunho fútil, de entretenimento, ou manipulação em prol do bem-estar social. Passou a ser encarada como objeto de trabalho, transformando matéria-prima em desejo e consumo. O conhecimento da natureza era transmitido de geração em geração, restrito ao convívio familiar ou social. O trabalho era um misto de realização pessoal, contato humano, status social e sobrevivência do grupo.
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